Instituto Aline Pastori

Fazer sem perceber quem faz

Aline Pastori 16/06/2016

As relações são realmente um aspecto da vida que nos exige muito, afinal, estamos aqui para aprender a nos relacionar, conosco mesmo, com os outros, com a natureza, com os animais, com a vida!

A impressão que tenho é que seguimos muitas vezes olhando para o que temos que fazer, sem perceber com atenção que qualquer coisa que façamos envolve pessoas, e que talvez o fato de ter alguém ali intermediando ou participando de qualquer ação seja muito mais importante do que o fazer em si, pois sem olhar para o ser a ação torna-se desapropriada de sentir.

Tudo que fazemos, fazemos para alguém, ou com alguém, ou para nós… Não existem ações sem pessoa, sem gente, sem relação. A vida é sem dúvida uma teia de relações, cheia de particularidades, pois cada ser é único, com visão única e aspirações únicas.

Cair no esquecimento que fazemos tudo por alguém, ainda que este alguém sejamos nós mesmos, pode ser tornar um a caos, pois se não nos levarmos em conta, e se não levarmos em conta quem afetamos com nossas ações, o vazio se instala, e a ação fica sem muito propósito, pois não se tem clareza de como irá se beneficiar.

No íntimo, todos queremos ser vistos, incluídos, aceitos, percebidos. Alguns tem mais clareza desta necessidade, outros menos, mas todos temos necessidade de nos sentirmos úteis e sermos reconhecidos, não só pelo que fazemos, mas pelo que somos, e acredite, somos muito!

Mas as vezes a estima está tão comprometida que não conseguimos enxergar beleza em nossas aspirações, em nossas ações, partimos para uma auto depreciação, desvalorização e passamos a não nos sentir significantes. Esse é normalmente o padrão de uma mente e de um coração que se sentiu excluído, não que necessariamente tenha sido, mas se percebeu assim, e deixou instalar o “vírus” da insignificância. Mas isso é um engano, uma distorção da mente, pois todos temos nosso valor e é preciso desenvolver o hábito de auto valorizar-se, coisa que pouco aprendemos a fazer porque desde cedo olhamos para o que “temos” que ser, mas não aprendemos a olhar para o que já somos.

Para quem está se sentindo assim, sem muito brilho, nem sempre é fácil virar a chavinha, começar a reconhecer seus valores e potenciais, e perceber que suas particularidades em quanto ser apenas um humano pode acrescentar muito a outros seres, que possuem características e visões diferentes, pois as diferenças são necessárias para se desenvolver visões mais amplas, menos limitantes e condicionadas.

Quando exercitamos o auto reconhecimento diário, naturalmente as relações tornam-se mais fluídicas, pois passamos a compreender melhor até onde podemos e devemos ir conosco mesmo e com o outro.

Olhe de pertinho e investigue aí dentro se você tem conseguido fazer esse auto reconhecimento diário, ou se tem alguém do seu lado precisando de uma forcinha para reconhecer-se melhor.

Começar essa prática, mesmo que de forma singela pode ser mágico e transformador. Afinal, só de estarmos vivos, aqui e agora, nos torna especiais, então veja o que tens a oferecer de melhor hoje para os que estão a sua volta, e se inclua novamente na teia da vida. Esse passo pode fazer a roda girar e oportunidades lindas surgirem em suas relações.

Deixo aqui uma canção, para seu coração:

abraço fraterno e boas vibrações! 

Aline Pastori. 

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